Fases

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mudando o rumo

Essa semana realizei uma mudança no andamento do projeto de trabalho, pois a intenção dos alunos no ambiente está inteiramente ligada à jogos e observei que uma mudança poderia ser benéfica para ambos.
Viajando na rede encontrei um site que possibilita uma atividade bem legal, o trace a música. Achei a ponta do iceberg, pois minha dificuldade nessas semanas foi a autoria dos alunos, então pensei em trazer uma atividade para evidenciar o conhecimento e aprendizado dos alunos na utilização do programa Paint.
Primeiro selecionei músicas que tocavam no recreio, após imprimi as letras e distribui aos alunos solicitando desenho com sua interpretação.
Além da visita do Professor Paulo Albuquerque e da tutora Rossana que sempre presentes no auxílio para o trabalho.
Entretanto o tempo foi pouco para duas atividades ficando o traçado da música para outra semana e a continuação do projeto por mais semanas.
                                                             música: "Fada" Victor e Léo

Até desenhos em perspectiva, visualizados pelos visitantes, apareceram nesse processo.

As muitas edições foram geniais, mas devido a sensação que a canção transmite optei por "Aquarela".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Àguas que banham

O mistério das águas vem sendo questionado por todos. Onde surge? Quando acabará? Precisa preservar?
Fui na busca de respostas e sempre temos duas opiniões para uma questão tão complicada, há os que acreditam que devemos preservar a água e os que acreditam que nunca faltará devido a ser quase totalidade do mundo.

Entretanto, trouxe para os alunos o jogo Let is Flow que deveriam através de movimento nos canos conduzir a água para os animais e plantas.

Com a seguinte instrução:  Você trabalha numa granja. É o encarregado de cuidar as plantas e os animais. Deve fazer um caminho para levar o água para eles, se não morrerão. Faça rápido, seu tempo é limitado.
 


A grande sensação do jogo foi a persepção de alguns em observar o caminho e não disperdiçar água para ganhar mais pontos e vencer.






A grande dificuldade foi arrumar os canos em tempo habil.

domingo, 16 de maio de 2010

Mapas e informação

A semana foi movimentada, pois durante o período das turmas no AI ocorreu uma viagem virtual pelo Brasil e pelo Mundo através dos mapas. Com a utilização do Portal solicitei aos alunos que acessam o jogo "Quebra-cabeças com mapas", dentro do Laboratório Virtual - Ciências Humanas.

O episódio mais significativo desta semana foi ao acessarem o mapa do Brasil difícil, sem ajuda aparecia apenas o contorno, sem a divisão dos estados ou países. A significação foi a autonomia de colocarem as peças que fazem o contorno, assim encaixando as demais, estabelecendo relação com a montagem do mapa apresentada pela professora em sala de aula. Evidenciando que no computador parece ser melhor - legal, pois há uma experimentação de locais possíveis e sempre é mostrado o nome do estado/país quando colocado no local correto.

Entretanto nem tudo acontece como planejado, uma aluna da quarta série comentou:
- Esse jogo é muito chato.
Sentei junto a ela e questionei:
- Por quê?
- Ah, profe. Porque eu precisava ter jogado isso bem antes, fui horrível no exercício do mapa.
Comentei:
- Mas tu não deseja compreender melhor o mapa?
Sem  muito entusiasmo, voltou ao jogo e demonstrou um processo de interesse.
Enquanto isso, a colega ao lado comenta:
- Né profe, precisa saber do mapa para entender o tempo?
- Como assim?
- Profe, a mulher do tempo mostra o mapa em pedaços como aparece aqui (na legenda) e olhando as cores sei que muda o lugar.

A maior descoberta foi que apesar de não ter muita noção sobre as regiões brasileiras, a aluna associou o mapa da tela ao mapa utilizado na divulgação do tempo no país e verificando que as cores representam as regiões do país. Apesar de alguns, de modo geral, ainda apresentarem dificuldade para perceber a diferença entre país e estado.

 
 

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Conhecer novas palavras

Essa foi uma semana corrida, pois se estabeleceu que todos os alunos da escola participariam de uma oficina com objetivo de confeccionar o presente para as mães. Faltou organização e responsabilidade, mas já é passado.


As atividades propostas foram o jogo separe em sílabas e o jogo da forca. A maioria dos alunos através de comentários estabeleceu que os dois jogos estivessem ligados a uma maneira de aprender à escrita das palavras através de jogos.

Levantando as hipóteses dos alunos do primeiro ano que se divertiram com o jogo da forca, pois a preferiram por acertar a letra e descobrir palavras. As demais séries expuseram seus comentários relacionando o jogo a uma corrida. Estabeleceram propostas de conseguir descobrir a palavras de maneiras variadas para chegar ao resultado satisfatório.

Ao apresentar o jogo da semana os alunos creram na facilidade. Separar em sílabas ou a forca é simples, porém ao acessarem os jogos tiveram opiniões contrárias as primeiras e iniciaram um processo de descobertas. Primeiro a de criar estratégias para vencer o jogo da forca; segundo observar as palavras ao separar as sílabas, pois se errassem quando a mesma os retornasse acertariam.

Assim justificado pelas idéias de Wallon que afirma que para o aluno necessita da afetividade, do movimento, da inteligência e da formação pessoal; comprovado na questão que os jogos foram motivados e esperados como resultado gerar conflito nos alunos, o qual alcançou o objetivo ao serem conflitados na busca do resultado e levados a pensar em possíveis soluções para o problema apresentado. Além de serem motivados a testar suas hipóteses.

Para alguns o momento do Ambiente Informatizado era o local onde os jogos não induziam a pensar e criar estratégias de conquista eram jogos cíclicos. Atualmente jogos que necessitam da capacidade de raciocínio e novos pensamentos, não apenas repetir e sim construir soluções adequadas às fases do jogo.

Durante os jogos evidenciou-se que os alunos ainda tratam os jogos como competição, ao ponto que observavam seus pares ou colegas para verificar os resultados e estabelecer fatos competitivos através da pontuação.

Os comentários dos alunos são de que a cada semana os jogos estão referindo-se a conteúdos da sala de aula, mas de maneira mais divertida e proporcionando interação entre o grupo e autonomia na busca de respostas.

O eixo central entre todas as turmas é a autonomia e estimulo em desenvolver estratégias que os levem a criar situações para solucionar de melhor forma a atividade proposta. E o melhor da semana foi registrado em foto, alunas em alegria ao conseguir parabéns por chegarem ao final do jogo.


Video de Saude Bucal



Video exibido aos alunos participantes da oficina sobre higiene bucal. Após comentários sobre o vídeo e a importância da escovação dos dentes.
Atividade bem recebida pelos alunos que comentaram sobre não saber dos efeitos que aparecem no vídeo sobre a proliferação das bactérias na boca humana.

domingo, 2 de maio de 2010

Novas visões

Nenhuma das inovações tecnológicas substitui o trabalho ofertado na disciplina de matemática, em sala de aula quanto a resolução de problemas. Estratégias como cálculo mental, contas com algoritmos, criação de gráficos e de figuras geométricas utilizando lápis, borracha, papel, régua, esquadro e compasso seguem sendo essenciais para o desenvolvimento do raciocínio matemático. Porém levar o aluno a produzir novas formas de solucionar problemas com certeza o levará a construir conhecimento e aperfeiçoá-lo em outros momentos.

Seguindo os critérios, na segunda-feira os alunos do 4°Ano A e B ao chegarem no Ambiente Informatizado, iniciaram acessando o Portal e abrindo o jogo matemático 35 "Operações Matemáticas" ao acessar abre um jogo de adição com recurso de desenhos; todos os alunos estavam trocando de nível facilmente, porém o sinal da internet caiu e passamos para o plano B, ainda na primeira turma. No plano B, foi utilizado o jogo “Feche a Caixa” já salvo nos computadores. Nesse momento, percebesse que alguns alunos possuem dificuldades para realizar as operações de adição e subtração, pois o jogo fornece apenas a conta sem recursos de ajuda visual.

Na terça-feira, dia de planejamento semanal, ocorreu manutenção nos computadores com donwlond de alguns programas e anti vírus. Aproveitei o momento para realizar uma limpeza nos computadores (documentos e outros).

Na quarta-feira os alunos do 3° Ano chegaram no Ambiente Informatizado, acessaram o portal e acessaram o jogo das "Operações Matemáticas". Passei de aluno a aluno, fiz observações e concluo que alguns ainda possuem grandes dificuldades na realização das adições, mesmo tendo os desenhos, muitos precisaram contar nos dedos e auxilio extra para realizar a operação. Já alguns alunos do 2° Ano conseguiram responder sem muita dificuldade, é claro que alguns levaram mais tempo. Eles após a explicação, contavam o número de lápis total e respondiam corretamente.

Para tirar dúvida em relação as dificuldades dos alunos, dividi o tempo e pedi para trocarem para o jogo “Feche a Caixa”. A sensação foi imediata por parte dos alunos; porém o jogo foi bem difícil quando eliminado as placas, aparece uma subtração e alguns não conseguiam resolver para dar seguimento ao jogo. Exemplo de dificuldade, tanto do 3° Ano quanto do 2° Ano:
45 - 13 = 58
45 - 10 = 40
45 – 9 = 38

Perante as respostas e na tentativa de auxiliar os alunos, questionava-os sobre formas de realizar "a continha" e incentivava a testar suas respostas, pois o computador revelaria se estivesse certa ou errada a resposta, além de exercitar o trabalho em grupo – três alunos em cada computador.

Neste dia o horário das turmas foi reduzido devido à Semana da Educação. Após às 10 horas foi solicitada a presença na palestra “Afetividade e Educação”, ministrado pela professora Karina B. de Almeida, na qual levou as professoras da escola a reflexão e as lágrimas devido a lembranças pessoais.
Após as atividade com as turmas atendidas a reflexão maior da semana gira em torno da aprendizagem que nossos alunos estão recebendo. Enquanto temos alunos que apenas se faz necessário uma rápida explanação sobre os procedimentos, há alunos que ainda não conseguiram suprir a base do conhecimento. Será que apenas uma série de exercícios repetitivos é o suficiente para que ocorra uma transformação em seu aprendizado, ou seria melhor a escola se adaptar as vivências do aluno.

Na quinta-feira, participação no Seminário Municipal de Educação. Palestra "Os Desafios da Avaliação na Prática Pedagógica" ministrada pela Profª Ms. Patrícia Thoma Eltz, supervisora da Escola Vanessa Ceconeti em SapucaiaRS. Suas colocações foram de grande valia, além de baseadas na prática escolar.

Na sexta-feira a palestra "Tecnologia e Educação: Novos Tempos, Outros Caminhos" com a palestrante Profª Ms. Ana Cristina Rodrigues, diretora da Escola de Informática Alcides Maya em Porto Alegre. Além de fazer um breve relato sobre o histórico da internet e abordou os aspectos positivos e negativos da rede.

Durante esta semana pude perceber que minha expectativa estava adequada em relação as dificuldades que os alunos apresentam em matemática. Algum dia será que este bicho de sete cabeças será desmistificado pelos alunos? O quanto é feito na sala, na escola e fora delas para que eles aprendam a raciocinar? Creio que devemos observar o aluno e dar maior participação a ele no processo de ensino-aprendizagem.