Fases

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Observando os alunos

Essa semana foi bem movimentada, pois decidi por fazer uma retomada das atividades propostas até o momento. Abri em cada computador da sala uma atividade já proposta, no período de estágio, e deixei os alunos livres para escolher.

 Foram 16 computadores com as seguintes atividades: criar e-mail, o ABC do Micro (explicações interativas sobre o teclado e mouse), feche a caixa (jogo matemático), jogo da forca, joga das sílabas, quebra cabeça de mapas, Let is flow (habilidade), vídeo de músicas, pintando una canción, os trabalhos sobre tecnologia - sem identificação e uma página Word aberta para registros.

 A participação dos alunos foi maravilhosa, observei a interação com os jogos e atividades de vídeo (suas produções) passaram por mais de um jogo e convidavam colegas para compartilhar da atividade. Entretanto, o computador com o Word recebeu durante a semana uma visita que deixou a seguinte frase: “As atividades são muito legais.” Alguns passavam pelo computador sem nada demonstrar, mas outros reafirmavam a colocação, dizendo: "É isso aí."

Aqui evidencio a minha maior preocupação em relação aos alunos, não querem ou não tem o que escrever? São estimulados a escrita? E partindo das questões deixo minha aprendizagem, não adianta querer que façam coisas óbvias se não estão sendo preparados para tal procedimento. Esse é um desafio a ser analisado em projeto no 2° Semestre.

Reafirmo as observações dos orientadores em visita, devemos resgatar o olhar significativo sobre os trabalhos e necessidades dos alunos. Não resolve ter a informação, se não saber o que fazer com ela.

domingo, 20 de junho de 2010

Muitos pensamentos



Hoje em volta de reflexões, postagens e outros, na necessidade de angariar e ordenar os pensamentos a cerca do período de estágio, percebi que o aprendizado ocorreu de maneira tão insignificante devido ao meu pensamento de professora com rastros da escola tradicional que me impuseram.
Necessitava de alguém, uma tutora e um professor, que mudasse o modo de olhar e valorizar os pequenos conhecimentos dos alunos, diz-se muito de ser o profissional que acata a bagagem do aluno, que os conduz ao pensamento crítico e na verdade basta apenas valorizar seu trabalho e esquecer que podemos aprender com eles. E que aprendizado eles nos oferecem? Quais as trocas existem nessa relação? Que relações são estabelecidas na escola? Qual a qualidade dos conteúdos oferecidos?
Muitas perguntas poderiam ser geradas em função da escola, mas o melhor é descobrir que após algum tempo em caminho desconhecido, tem início um novo e verdadeiro método/metodologia de trabalho relacionado as minhas aulas.
Agora percebo que as realizações dos alunos por menores que sejam sempre tem algo a nos dizer, avaliar os pequenos gestos faz parte dessa avaliação diaria. Valorizar tudo, perguntar e transmitir aos colegas também faz parte da divisão de conhecimento e na sala de aula, isso é interessante. Fazer com que todos sintam que por menor ou nada a ver com os objetivos propostos, tudo é aprendizado para todos.
Em tempos atrás, nos eventos da escola, sempre estabelecia o melhor para apresentações; hoje percebo que muitas vezes o melhor não é realmente um complemento da aprendizagem. Aquele trabalho não limpo, aos nossos olhos, pode ser o trabalho com melhor visão do aluno.
Mas o bom de tudo, é que sofri mutações.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

tecnologias, como?

Conforme a semana foi passando minha conclusão ia me deixando cada vez pior, pois os alunos ainda não estão preparados para essa tal tecnologia.

Cheguei a essa conclusão devido a grande dificuldade que eles tem em realizar trabalhos ligados a pesquisa e principalmente após ler em "O ANALFABETISMO DIGITAL" de Bruno Pires Malaquias,artigo onde retrata a preocupação com o alfabetismo, ou seja, com as capacidades e usos efetivos da leitura e escrita nas diferentes esferas da vida social. A preocupação agora recai sobre se sabem usar o que aprendem de maneira adequada.

Nessa semana, em continuidade, pedi que elaborassem projetos baseados na tecnologia existente na escola; minha expectativa era tanta chegando a paralisar perante ao descaso de alguns alunos. Mas por outro lado, a preocupação de familiares que vinham saber o que realmente pedia aos alunos.

A grande pedida foi a utilização de programas e de aparelhos para captar as tecnologias existentes na escola pelos alunos, ao sairem da sala e buscar a imagem foi o grande diferencial, prinicipalmente pelos alunos do 4º ano.

As ferramentas utilizadas nessa proposta foram texto (word), desenho (paint), som (mp3) e imagem (celular), além de comentários. Foram sorteadas entre as turmas as tarefas e desenvolvidas em grupos, no início da semana pareceu complicado, mas ao ver alunos trazendo textos de autoria sobre o tema trouxe uma sensação de alívio no sentido de que estava fazendo a coisa errada, punindo-os. Isso devido a grande dificuldade em fazê-los escrever, acreditam que escrever é para sala de aula tradicional, no Ambiente apenas devesse jogar.

Entretanto ao final da semana reconheci que já existe uma mudança em relação ao pensamento da internet estar ligada a jogos, assim como estão acostumados em casa ou na lan house.
Assim que nos tornamos professores, sem perceber, acreditamos que todos os nossos pensamentos fazem parte de nossos alunos. Passamos a acreditar que passam a fazer parte de nosso pensamento e nos decepcionamos quando algo não acontece como proposto. E após essa semana, acredito que me sinto melhor ao criar conflitos nos atores de sala de aula, eu e os alunos, ainda melhor ao dar um giro de 360º em minha cabeça.

Alguns trabalhos:







O que é tecnologia na escola? 
A tecnologia é, de forma geral, o encontro entre ciência e engenharia. Sendo um tempo que inclui desde as ferramentas e processos simples tais, como a colher de madeira e a fermentação da uva, até a ferramenta e processo mais complexos já criados pelo ser humano, tal como a estação especial internacional e a dessalinização da água do mar. freqüentemente, a tecnologia entra em conflito com algumas preocupações naturais da nossa sociedade, como o desemprego a poluição e outras muitas questões ecológicas, filosóficas e sociológicas.  Alguns exemplos sobre tecnologia: TV de plasma, celular, internet, notebook, mp10  e muitas  outras tecnologias.
Nomes: Renan, Gustavo, João , Emerson  e Mario.
Turma: 41  
Data: 17|06|2010  

sábado, 12 de junho de 2010

Inovações,será?


Parte I
A semana prometia muita discussão ou nenhuma, tudo dependeria da atuação dos alunos e do encaminhamento da proposta.
A participação na debate sobre tecnologia trouxe muitas descobertas considerando as expectativas da estagiaria quanto ao entendimento dos alunos. Primeiro os questionei sobre suas idéias e a palavra tecnologia, muito foi falado e demonstrado conhecimento do assunto. E observando tabela, pode-se verificar que ao falar em tecnologia  a primeira menção está relacionada a evolução.
As ideias relacionadas:
Luz - energia
Avanço
Carro
Atrativo
Nebulizador
Novo designer
O que traz informação
Ajuda
Comunicação
Invento do homem
Saber as coisas
Lógica
Inteligência, imagem
Saúde
Tornar o mundo mais fácil
Demonstração de poder

O melhor foi o espanto dos alunos ao relatarem sobre tecnologia sendo a fonte de luz, alguns diziam que isso era uma inverdade. Depois de suas resoluções, questionei sobre a origem da luz e ninguém sabia. Chegaram até a falar que não serviria como tecnologia evitandoa necessidade de explicação, assim que relatei o procedimento de geração da energia elétrica todos ficaram abismados. Tinham a idéia fixa de que a luz vem da CEEE pelos fios.
Também assistimos a trechos de filme - Avatar (4º Ano e 4ª série), Garfield (2º Ano e 3º Ano) e Lissi (L1º Ano) - para apreciação das tecnologias envolvidas no filme. Trazendo, devido ao tempo a exploração de tecnologias nos ambientes e principalmente na escola, oportunizando trabalho a ser realizado na próxima semana.
Espera que na proposta de trabalho para a próxima semana tenha uma melhor compreensão a cerca do objetivo.

domingo, 6 de junho de 2010

Música

A música envolve a todos e faz do ouvinte um eterno passageiro num universo imaginário das notas musicais. Nesse pensamento e retomando o planejamento, acessamos o Pintando uma canción, site em espanhol, assim não há trabalho para a letra e sim para a música, onde é apresentada a canção “Soy de aire” com uma música bem suave.

Apesar da semana ter sido curta devido ao feriado, foi de grande produtividade. O grande acerto foi o traçado da música, onde somos levados a utilizar o mouse para criar linhas para a canção já citada. No tempo que a canção abria, explicava alguns procedimentos básicos, como necessitar a movimentação do mouse na direção desejada para criar o traçado da canção; que ao terminar o traçado temos a possibilidade de visualizar em vídeo, além de enviar para e-mail.

Ao iniciarem observei que a emoção envolveu os alunos, primeiro atos de risos, depois a contemplação dos efeitos próprios da música e de sues traçados. A ponto de alunos constatarem que se clicar no botão, não dá pra fazer o risco direito, ele para. Observação realizada sobre os botões do mouse que ao clicar a função do traçado é parada.

E como de costume (conexão) a possibilidade de trabalho individual foi suprida sem problemas pelo trabalho em duplas, onde um iniciava e na metade da canção, ao sinal da professora, passava ao colega.

Para grande surpresa a proposta foi bem aceita pelos alunos, achando criativo e principalmente transmitindo paz por se tratar de uma música romântica na opinião deles. Sendo primordial do trabalho a demonstração de uma mãe no interesse pela atividade e seu pedido de realizar em casa, pois o aluno ao acessar a internet lhe pedia para buscar a canção. Assim indo além da interação professor-aluno.

O objetivo desta proposta foi o trabalho com a música, após a realização e envio para meu mail, alguns comentaram em se tratar de uma música de amor pela noção de palavras mencionadas quando cantava pedacinhos da música, são palavras que se diz para quem se gosta, diziam eles.